Não me queixo da rotina III

A Natália Correia, achando-nos “subalimentados de sonhos”, decretou que “a poesia é para comer“.

A sopa tem a vantagem de se comer todos os dias, e não é por ser apenas sopa que tem lá dentro menos possibilidade de utopias.

Não é um poema, mas todos os versos nascem do muito pouco e uma sopa quentinha, logo à partida, já é bem mais do que isso.

Miguel

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